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O poder da educação empreendedora

Reflexões e desafios que o Brasil precisa enfrentar.

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O empreendedorismo é um elemento-chave para o desenvolvimento econômico de qualquer país. A geração de emprego e renda, a criação de produtos e serviços para as demandas do mercado, a promoção de inclusão social e o estímulo à competitividade e à inovação são apenas alguns dos benefícios que podemos associar rapidamente à existência de uma cultura empreendedora forte e dinâmica.


No Brasil, um fator é usualmente associado como elemento que tem contribuído para a expansão do empreendedorismo: a criatividade, uma de nossas principais características. Mas, seria mesmo esse o principal fator? Quais seriam os maiores entraves para o país se tornar, de fato, uma nação mais empreendedora?


Há 23 anos, o Global Entrepreneurship Monitor (GEM), publica um relatório sobre o nível ou estágio do empreendedorismo em diferentes países e sobre o ecossistema de empreendedorismo ao redor do mundo.


De acordo com o relatório, um dos problemas estruturais de nosso país é o acesso limitado da população à uma educação formal de qualidade e à capacitação para empreender. (Saiba mais clicando aqui)


Isso abre um leque considerável de reflexões que precisamos fazer sobre os rumos de nossa da educação pública.



Será que estamos roubando o futuro de nossos jovens?


O fato é que o sistema educacional brasileiro está falhando miseravelmente no sentido de proporcionar à juventude capacidade para gerar renda, inovação e prosperidade. Num país tão pobre e desigual, mudar esse rumo pode fazer toda a diferença.


Em meio a escolas cada vez mais loteadas por interesses sindicais e corporativos, o que se pratica é o anti-empreendedorismo, onde o empresário é confundido com o vilão da história.


Aonde iremos chegar com o modelo atual, não sabemos. Mas que essa chave precisa ser virada, de alguma forma, temos certeza.

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